Ativistas palestinos vestidos em trajes do Papai Noel fizeram pixações no Muro da Vergonha, que separa as cidades de Jerusalém e Belém, na Cisjordânia, quinta-feira passada. Eles escreveram slogans a oito metros de altura, exigindo o fim da ocupação israelense e liberdade para os palestinos.
Os manifestantes distribuíram doces a passageiros de veículos que transitavam pelo local, na celebração do Natal e do Ano Novo.
Um dos jovens envolvidos na atividade disse que o objetivo era desejar votos de um ano novo pleno de felicidade para aqueles que comemoram o Natal em Belém, especialmente para as crianças palestinas.
A atividade ocorreu em um cruzamento importante de Belém, onde o muro israelense atinge o coração da cidade, cercando o túmulo da matriarca bíblica Rachel.
A anexação da área por Israel também impede que os não-judeus sejam autorizados a entrar. Em vez disso, eles são confrontados por torres de vigilância por todos os lados da imensa parede de concreto, enquanto o acesso só é permitido a partir do lado israelense, através de um posto de controle proibido aos não-judeus
O ativista local Mazen al-Azza disse que os manifestantes esperavam chamar a atenção para o "perigo" que o muro representa para Belém, especialmente no Natal, quando a atenção internacional está focada na cidade, onde dezenas de milhares de turistas estrangeiros passam.
Al-Azza acrescentou que o ato era uma mensagem a todo o mundo, enfatizando que não deve haver qualquer ambiguidade relativamente à causa palestina em face da ocupação israelense.
Israel começou a construir o muro de separação em 2002 e tem sido alvo de manifestações regulares por cidades da fronteira, cujas terras são cortadas pela obra.
Israel confiscou grandes parcelas de terras palestinas, a fim de construir o muro. Quando a barreira de 435 milhas estiver completa, 85 por cento terá sido construída dentro da Cisjordânia ocupada.
Em 2004, o Tribunal Internacional de Justiça decidiu que o muro de separação era ilegal e "equivale à anexação".
A parede também impede os palestinos de se mover livremente na Cisjordânia, entre aldeias palestinas, vilas e cidades, cada vez mais aprisionando-os em pequenos bolsões de controle palestino.
Os manifestantes distribuíram doces a passageiros de veículos que transitavam pelo local, na celebração do Natal e do Ano Novo.
Um dos jovens envolvidos na atividade disse que o objetivo era desejar votos de um ano novo pleno de felicidade para aqueles que comemoram o Natal em Belém, especialmente para as crianças palestinas.
A atividade ocorreu em um cruzamento importante de Belém, onde o muro israelense atinge o coração da cidade, cercando o túmulo da matriarca bíblica Rachel.
A anexação da área por Israel também impede que os não-judeus sejam autorizados a entrar. Em vez disso, eles são confrontados por torres de vigilância por todos os lados da imensa parede de concreto, enquanto o acesso só é permitido a partir do lado israelense, através de um posto de controle proibido aos não-judeus
O ativista local Mazen al-Azza disse que os manifestantes esperavam chamar a atenção para o "perigo" que o muro representa para Belém, especialmente no Natal, quando a atenção internacional está focada na cidade, onde dezenas de milhares de turistas estrangeiros passam.
Al-Azza acrescentou que o ato era uma mensagem a todo o mundo, enfatizando que não deve haver qualquer ambiguidade relativamente à causa palestina em face da ocupação israelense.
Israel começou a construir o muro de separação em 2002 e tem sido alvo de manifestações regulares por cidades da fronteira, cujas terras são cortadas pela obra.
Israel confiscou grandes parcelas de terras palestinas, a fim de construir o muro. Quando a barreira de 435 milhas estiver completa, 85 por cento terá sido construída dentro da Cisjordânia ocupada.
Em 2004, o Tribunal Internacional de Justiça decidiu que o muro de separação era ilegal e "equivale à anexação".
A parede também impede os palestinos de se mover livremente na Cisjordânia, entre aldeias palestinas, vilas e cidades, cada vez mais aprisionando-os em pequenos bolsões de controle palestino.


